5 de agosto de 2010

Uma outra vida

Faz pouco tempo, descobri o Teatro.
E de uma forma bem repentina, inesperada e até meio impulsiva.
Acho que até esse ano, eu jamais havia ido a um espetaculo sequer, à excessão desses apresentados em alguma praça ou ainda os famosos (e tosquíssimos) teatrinhos de escola.
Esse foi meu contato com o Teatro nessas minhas, não muito longevas, two decades of agression, para parodiar o Slayer.

Mas enfim, deixa contar como a coisa aconteceu.
Eu sempre fui MEGA chegado em cinema. Um bom pedaço dessas minhas, não muito longevas, two decades of agression, passei sentado nas poltronas do Cine Líbero Luxardo. Àlias, sou do tempo que aquelas poltronas eram confortáveis.
Me chamava a atenção toda aquela habilidade de conseguir chorar, gritar, de ser outra pessoa, de vivenciar o personagem, são umas coisas muito loucas que eu sempre achei foda. O cinema foi meio primeiro foi despertando minha curiosidade com essas artes, digamos, corporais.

Como jovem tímido, lacônico e maroto sempre fui meio fascinado com a capacidade de usar o corpo como uma ferramenta de expressão: de ser mais um meio de expressão, mais uma forma de poder falar alguma coisa, expor meus questionamentos, de propor e dialogar com os outros usando algo muito além de palavras, mas meu próprio corpo.

O Teatro tem sido um maravilhoso exercício de auto-descoberta e está me levando a conhecer outras coisas como a dança contemporânea, que é algo que ainda não me arrisquei, mas que a cada dia me deixa mais e mais curioso.

Quem sabe nos próximos posts...

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